terça-feira, 11 de agosto de 2009

Audrey Hepburn e a Louis Vuitton Speedy

Sonho de consumo de toda mulher que conhece a centenária marca, e considerada há muitos anos a it bag eterna na lista do mundo da moda.



O que será que esta bolsa Speedy tem a ver com Audrey Hepburn ??



Foi graças a Audrey que Louis Vuitton teve seu modelo de bolsa Speedy consagrado como ícone fashion e clássico de qualquer closet, já que ela era frequentemente vista em companhia da sua speedy . O modelo depois de consagrado por ela, foi relançado repaginado em diversas versões.


Por obra de Marc Jacobs que chamou Stephen Sprouse , que grafitou as bolsas speedy. A febre havia começado, e até hoje não para.




Abaixo estão alguns dos modelos speedy.









































































































































































A História de Audrey Hepburn





A história da menina rica

Seu pai era um magnata britânico e sua mãe uma baronesa descendente de reis ingleses. Audrey Hepburn, grande estrela do cinema e ícone de beleza e estilo, fez história. Apaixonada tanto pela sétima arte quanto por moda, Audrey sempre estava impecável onde quer que estivesse: num set de filmagens ou na rua de sua casa.
Adepta do estilo clássico e dona de um rosto lindo, que até hoje é comentado por todos.
O estilista da maison Givenchy sempre a vestia . Ele sempre dizia que Audrey era sua musa inspiradora.o vestido que ela usou no filme Bonequinha de Luxo foi uma de suas mais aclamadas criações na época.















Audrey era uma pessoa extremamente humilde, gentil, charmosa e inteligente. Se envolveu em muitas causas humanitárias. Foi embaixadora do UNICEF. Falava 4 línguas – inclusive tentou aprender português mostrando que as verdadeiras amantes da arte e da moda, jamais devem cair na futilidade e ignorância.



















Sua beleza espetacular se manteve intacta, mesmo quando começou a envelhecer. Audrey nunca fez nenhuma cirurgia plástica em seu rosto, nem em seu corpo.
E nesta foto ao lado podemos perceber que isso relamente é verdade. E esta foto é da época que não existia photoshop !!!!.

Isso não é um privilégio para qualquer mortal, mas somente para uma grande diva como Audrey Hepburn !!.

Morre o fotografo Mario Cravo Neto


Morreu na tarde deste domingo o fotógrafo Mario Cravo Neto, 62, em Salvador, na Bahia. Ele estava internado no Hospital Aliança e morreu de câncer de pele, por volta das 17h.

Por volta das 20h, o corpo permanecia no local. Segundo a hospital, o corpo será cremado nesta segunda-feira (10), no Cemitério Jardim da Saudade às 11h.

Nascido em 1947 em Salvador (BA), Cravo Neto começou na arte aos 18 anos, desenvolvendo trabalhos em escultura e fotografia --veja alguma de suas obras neste vídeo. Ele participou de cinco bienais de São Paulo (1971, 1973, 1975, 1977 e 1983), além de inúmeras mostras de fotografia na Europa e nos EUA.

Filho do escultor Mario Cravo Júnior, Neto também colaborou com as revistas "Popular Photography" e "Câmera 35".

Sua obra é conhecida pelo diálogo com a religiosidade, com os cultos afro-brasileiros e por sua forte ligação com a Bahia. Lançou diversos livros, sendo o mais recente "O Tigre do Dahomey:A Serpente de Whydah", de 2004.
Na obra do artista baiano, há uma cumplicidade afetiva com o objeto fotografado. É o profundo conhecimento do universo que retrata que permite a ele criar imagens que combinam rigor técnico e formal a uma forte carga emocional. Conhecido pelo olhar único com que retrata a religiosidade afro-brasileira, Cravo Neto apresenta aqui sua primeira instalação concebida para vídeo, que indica uma nova fase. O nome da obra está associado a um sonho em que Exu, o orixá mensageiro, olha o mundo do alto. Ela evoca o mar, a luz de espaços abertos, a história do Solar do Unhão, antigo complexo colonial com casa-grande e senzala. Nela, o mar é uma passagem entre dois mundos, o Brasil e a África. “A fotografia de Mario Cravo Neto não pode jamais ser pensada como um exercício de maestria técnica. É o veículo utilizado para materializar idéias, visões e arranjos da realidade. Não devemos nos prender a princípios formais para apreciar sua obra, apesar da destreza com que cria imagens que nos seduzem, ora por uma sensualidade que as torna deliciosamente táteis, ora por uma solenidade particular do objeto retratado”, diz a curadora Solange Farkas.